domingo, novembro 22, 2009
sexta-feira, novembro 20, 2009
sábado, novembro 14, 2009
How to live, lie and love...again.
How to love.
How to lie.
THEY DON'T TEACH YOU HOW TO LIVE.
FIND OUT FOR YOURSELF.
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Clara
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sábado, novembro 14, 2009
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segunda-feira, novembro 09, 2009
quinta-feira, julho 09, 2009
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Clara
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quinta-feira, julho 09, 2009
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terça-feira, julho 07, 2009
Sou má.
Odeio o Ronaldo. Odeio. Ódio. Mesmo. E ele nunca me fez mal.
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Clara
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terça-feira, julho 07, 2009
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domingo, julho 05, 2009
Aprender a viver.
Há coisas que são só minhas.
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Clara
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quarta-feira, julho 01, 2009
Noites Brancas- Fiódor Dostoiévski
É sempre bom revisitar os livros. Lembro-me que li o Noites Brancas ainda gaiata, versão pequeníssima da Assírio & Alvim, capa azul escura, creio, encontrada lá por casa na "biblioteca" do pai. Lembro-me que quando o li fiquei absolutamente apaixonada, achei o livro muito bonito, muito puro, aquele amor que não pedia nada em troca, aquele homem apaixonado, pronto a fazer tudo pela sua Nástenka de uma forma verdadeiramente desinteressada. Mesmo quando viu a sua amada ser feliz com outro homem só lhe conseguiu desejar bem - "Mas não guardo ressentimento no tocante à Nástenka! Nunca me passaria pela cabeça obscurecer com uma nuvem sombria a tua felicidade serena e límpida, nem, com uma acusação amarga, encher de angústia o teu coração, feri-lo de secretos remorsos e obrigá-lo, no momento da felicidade, a bater com mágoa, (...) Que seja límpido o teu céu, que seja claro e sereno o teu sorriso (...) "
Às vezes era bom amar assim...
É romântico.
É.
E depois?
Há dias voltei a pegar no Noites brancas. Para o ler de uma só assentada. Já não me comovi tanto. Talvez seja porque já não era surpresa ou porque perdi alguma coisa que tinha quando era mais gaiata...talvez ambas, talvez nenhuma.Apesar disso, sempre que leio o parágrafo final o meu coração dá provas de sua existência... e eu...bom...eu… fico um pouco atrapalhada. E logo de seguida, o súbito atrapalhamento é substituído por uma tranquilidade, que julgo que virá do pensamento: ele afinal existe…está cá.
"Meu Deus! Um minuto inteiro de felicidade! Será pouco, mesmo que tenha de dar para toda a vida de um homem?..."
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Clara
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quarta-feira, julho 01, 2009
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terça-feira, junho 30, 2009
.......
http://maisclaramente.blogspot.com/2007/11/estou-feliz.html
Estava, naquela altura,feliz. Hoje, nem por isso.
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Clara
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terça-feira, junho 30, 2009
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segunda-feira, junho 29, 2009
Só voltar atrás se atrás for à frente
Claro que podemos errar e não voltar atrás para corrigir o erro porque o erro não é o ERRO o erro só começa no corrigir, errar e avançar não é errar: é avançar; errar e corrigir não é corrigir: é errar.
Gonçalo M. Tavares
Livro da Dança
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Clara
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segunda-feira, junho 29, 2009
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Para a minha colecção.

Micachu and the Shapes- Banda
Mica Levi- Ela
http://www.myspace.com/micayomusic
Bem hajas Artur.
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Clara
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segunda-feira, junho 29, 2009
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terça-feira, junho 16, 2009
Lover's Day
Onde é que eu andei?
Em muitos sítios.
Uns mais interessantes do que outros, é certo.
Ainda não estou cá.
Mas eventualmente hei-de voltar.
Porque acabamos sempre por voltar, não é?
Clara, a que abandonou este blog.
Clara, a que se abandonou a si própria.
Clara
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Clara
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terça-feira, junho 16, 2009
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terça-feira, fevereiro 24, 2009
Obsession
you are my center when I spin away.
you are my center when I spin away.
you are my center when I spin away.
you are my center when I spin away.
you are my center when I spin away.
you are my center when I spin away.
you are my center when I spin away.
When I spin away you are my center.
I spin away and you are my center.
you are my center when I spin away.
I spin away.
I spin away from my center.
My center when I spin away is you.
This is my center.
I spin away from my center.
My center.
My center.
My center.
My center.
Spin Away.
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Clara
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terça-feira, fevereiro 24, 2009
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quinta-feira, fevereiro 19, 2009
sábado, dezembro 20, 2008
quarta-feira, novembro 26, 2008
O Frio
Abrir os olhos. O quarto ferve. O corpo sua, calor a mais dentro deste quarto, como sempre. Vou à janela. A surpresa não vai acontecer. Mas há sempre a esperança disso. Abrir as cortinas...Igual, sempre igual, vidros molhados, o sol ficou para outro dia, céu escuro e claramente ameaçador. Pois muito bem, o céu ameaça mas eu também. Um acordar rápido com água bem quente (há que aproveitá-la agora, pois no fim do dia já não vai abundar). Pequeno-almoço tomado. Porta fora. O Frio (e tem de ser com maiúscula pois este frio merece isso) gela o nariz, aperta o casaco e esconde a cara, o Frio gela os dedos, mete as luvas e mãos dentro dos bolsos, pernas geladas, única solução: andar mais rápido. Passar pelo Steve cumprimentá-lo, evitar as duas horas de conversa, não porque não tenha vontade mas porque não tenho tempo. Passar a cabine já num ritmo bem mais acelerado do que aquele que tinha quando saí de casa. Portão azul, casas avermelhadas, janelas e cortinas fechadas, carros parados. Longa rua com casas de um lado e do outro. Chego ao fim da rua e olho para a direita, lá está o supermercado de conveniência, caro, claro está. Ziguezaguear as barras metálicas que atrasam as bicicletas e mais casas. Desta vez com jardins. Começo a ver um gradeamento preto, passo-o ando mais um pouco e cheguei ao estúdio.
Primeira aula do dia. Oito e meia, aquecimento. Lá está a Alana, cabelo molhado, loiro, olhos azuis. Cumprimento do costume e sorrisos também, não fosse aquela a primeira aula do dia com a Beth. Nove horas. Beth entra, canudos ruivos e perfeitos que prende com um pequeno gancho “invisível” no cimo da cabeça. Ai vamos nós. Primeira música, primeiro exercício, Antony & The Johnsons. Não vou dizer as palavras do costume para descrever a felicidade crescente que sinto naquelas aulas. Mais do mesmo. Não chega. Não serve. Difícil tantas vezes, mas tão tão tão bom de se fazer. Explicação atrás de explicação. Nina Simone. Mais uma felicidade. Porra (perdoem a expressão). Que aulas aquelas…que movimento aquele…bom…não interessa…adiante. Pausa. Chá. Talvez. Conversa. Não interessa. Mais uma aula com a Beth, outra turma, o mesmo prazer. Igualzinho.
Parte da manhã concluída. Nariz dentro do casaco, casaco fechado, luvas, mãos nos bolsos, boina na cabeça (tinha-me esquecido da boina). Caminho inverso. Aí vamos nós. Almoço, algo rápido. Quando se divide a cozinha com quatro pessoas só pode ser algo rápido. Batem à porta. Steve. Conversa para o dia todo, simpatia para o dia todo. Falamos enquanto enrolo um cigarro (espero que ele perceba que vou querer fumá-lo quando acabar de o enrolar), ele percebe. Vai arranjar a luz do corredor que se fundiu. Meto a saqueta na caneca, água quente, açúcar, leite, tiro a saqueta, cigarro na boca, prendo o trinco da porta, fecho o casaco. Acendo o cigarro. Cigarro e chá depois de almoço para aquecer................................................
É verdade que enquanto vivemos os nossos dias, eles não passam de dias, não são mais do que isso. Não penso nas recordações que vou ter amanhã. Fazemos a rotina e não pensamos nisso. Quebramos a rotina e também não pensamos nisso. Mas ao que parece, pelo menos é o que sinto, os dias são sempre mais do que dias. São amontoados de recordações, cheiros, pessoas, sabores, saberes, prazeres e tudo o resto que inevitavelmente se encerra neles.
Recordo estes dias agora e penso que cada parte do dia poderia ser descrita ao pormenor, com mais detalhes do que aqueles que até me lembro de ter reparado. Ainda que, honestamente, há coisas que não consigo descrever… como a felicidade em fazer uma aula da Beth Cassani, o prazer em jantar pela primeira vez com a Alana e o Mike….Não vou descrever esses prazeres. Nem enumerá-los. Estão em mim. Fazem de mim o que sou (perdoem o lugar comum).
O Frio gela o nariz, aperta o casaco e esconde a cara lá dentro, o Frio gela os dedos, mete as luvas e mão dentro dos bolsos, pernas geladas. Única solução: correr.
Aí vamos nós.
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Clara
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quarta-feira, novembro 26, 2008
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terça-feira, novembro 18, 2008
Duas músicas para hoje.
Cut Copy,Far away
Bon Iver, Skinny love
Prestando atenção às letras é, ainda, mais saboroso.
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Clara
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terça-feira, novembro 18, 2008
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